A anta que aparece por aqui tem uma história. E ela começa nos primeiros trabalhos da faculdade de Publicidade.
Uma troca de letras.
Um começo de tudo.
Na faculdade, os grupos funcionavam como agências experimentais. Eu me juntei a dois amigos para criar a nossa e, em uma aula de Arquitetura de Marca, o professor mencionou uma anta.
Aquilo ficou na cabeça e acabou virando ideia: brincamos com a ordem das letras e nasceu a Atna.
O nome combinava com a gente. Éramos um grupo de amigos descontraído, que fazia piada de tudo e tinha seus momentos de “anta”.
Mas, quando o assunto era entregar um trabalho, a gente caprichava de verdade. Entre uma brincadeira e outra, levávamos as ideias a sério — e os projetos mostravam isso.
Foi assim que nos intitulamos
“as antas maisgeniaisda comunicação”
Uma brincadeira nossa que acabou resumindo bem o espírito da agência.

A brincadeira
virou parte
de mim.
A anta ganhou um significado afetivo nessa história. Ela me lembra das primeiras ideias construídas em grupo, da amizade e da descoberta de que eu podia colocar muito de mim no trabalho que fazia.
Hoje, ela faz parte da minha identidade visual porque essa origem também faz parte de quem eu sou como profissional. Continuo gostando de criar com liberdade, encontrar caminhos próprios e cuidar do que entrego.
E, se você achou curioso encontrar uma anta em um portfólio de design, agora já conhece quem trouxe ela até aqui.
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